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Dicas de viagem para a Ilha de Páscoa (Rapa Nui)

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Um lugar para se surpreender 💙
Finalmente chegou o momento de realizar um dos grandes sonhos da minha vida: conhecer a Ilha de Páscoa! 😍

A Ilha de Páscoa é considerado o lugar mais remoto do mundo e fica a 3.700km do continente. É um lugar simples, calmo e com uma energia única! Não sei explicar muito bem, mas sempre tive fascínio por esse lugar, sua história misteriosa e seus moais gigantes.

Eu fui pra lá com a expectativa super alta, afinal de contas, era a realização de um sonho né? E saí de lá maravilhada com tudo que vi e vivi. A Ilha de Páscoa é mesmo um lugar muito especial que vai ficar pra sempre nas minhas melhores memórias!

Escrevi aqui um super post com várias dicas pra viabilizar sua visita a esse destino que nem está assim tão longe de nós! E vai por mim, se você está à procura de um destino bacana e fora do comum, a Ilha de Páscoa é o lugar!

Para curtir mais fotos dessa viagem, basta clicar aqui ou procurar no Instagram #reviajarapanui

A minha viagem


Como eu disse acima, ir para a Ilha de Páscoa foi a realização de um grande sonho na minha vida. Só que eu sempre adiava meus planos de ir pra lá pois além de ser um destino remoto e caro, não é caminho pra lugar nenhum (a não ser pro Tahiti, mas eu ainda não tenho grana pra isso).

Esse ano, eu tinha uns dias de férias em agosto e estava sem companhia pra viajar, então pensei: acho que chegou a hora!

E lá fui eu, fazer a minha primeira viagem sozinha, logo para o lugar mais remoto do mundo. Pessoas normais viajam sozinhas para Europa, Estados Unidos.. eu queria ir pra Ilha de Páscoa! 😂

Daí montei um roteiro de sete noites, três em Santiago e quatro na ilha e o tempo foi suficiente pra conhecer tudo com calma e até repetir programa.


Um pouco da história da Ilha de Páscoa

 

Pra começar, vou fazer um super resumo da história da ilha. Digo super porque a história é longa e tem várias versões. O nome da ilha na língua local é Rapa Nui (ilha grande) ou ainda Te Pito o Te Henúa (umbigo do mundo), porém como a ilha foi "descoberta" por holandeses no domingo de páscoa de 1722, acabou sendo adotado como nome oficial a Ilha de Páscoa.

A história real de Rapa Nui ainda é um mistério já que a origem dos primeiros povos a habitarem a ilha ainda é incerta. A teoria mais aceita é de que a ilha foi colonizada inicialmente por polinésios vindos das ilhas Marquesas e Pitcairn por volta de 900 d.C.

Só a história dos polinésios que se lançaram no Oceano Pacífico em pequenas canoas e descobriram essa ilha tão isolada já seria fascinante. Agora soma-se a isso o mistério dos moais, as gigantes estátuas de pedra que até hoje não se sabe como que os nativos, por séculos completamente isolados do resto do mundo, conseguiram transportar pela ilha as esculturas que pesam toneladas. Ainda se tem dúvidas sobre a real função das estátuas na cultura local.

O declínio da cultura rapanui tem várias teorias. Uma é de que o aumento populacional acelerado e a obsessão em construir moais levaram a uma pressão cada vez maior no ambiente. Acredita-se que no final do século XVII, os rapanui haviam desmatado a ilha, o que resultou em guerras entre as aldeias, fome e colapso cultural. Já outra vertente, a mais aceita por arqueólogos atualmente, diz que o declínio começou mesmo com a chegada dos europeus.

A partir desse momento, sabe-se que a ilha tem uma história muito triste de invasão, trabalho escravo, doenças trazidas pelos estrangeiros e extermínio da cultura local. Em 1888, o Chile anexou a ilha ao seu território e a situação de dominação da ilha foi tão absurda que só em 1966 os rapanuis foram reconhecidos como cidadãos chilenos.

Até hoje é nítido o desconforto dos nativos em relação a anexação da ilha ao território chileno. A grande maioria não aceita ser uma colônia e exige a independência da ilha. Recentemente, o governo do Chile, numa tentativa de reduzir essa tensão, publicou uma lei que dentre outras providências, determinou que a ilha volte a ser chamada pelo seu nome nativo, Rapa Nui.

A relação ainda é tensa
A história rapanui (antes dos euroupeus) é riquíssima e conta com muitas lendas, especulações e mistérios. Vale a pena dar uma "estudada" no assunto e conhecer todas essas teorias antes de ir para a ilha.  

Como chegar na Ilha de Páscoa


Apesar de ser o local mais isolado do mundo, chegar na Ilha de Páscoa é uma missão relativamente fácil. Basta ir à Santiago (que de SP ou Rio são quatro horas de viagem), pernoitar na cidade e até quem sabe, passar uns dias por lá e depois seguir para a Ilha de Páscoa (cinco horas de viagem na ida e quatro na volta).

Missão relativamente fácil
O maior complicador aqui é o valor da passagem já que a LATAM é a única companhia que opera o trecho Santiago - Ilha de Páscoa, então o céu é o limite para os preços.

Algumas dicas para baratear o custo da passagem é o uso de milhas, que pelo site da LATAM numa rápida pesquisa encontrei por até 65.000 pontos ou pegar o trecho Brasil - Santiago com milhas e comprar o trecho restante pelo site da LATAM Chile, que sai muuuuito mais barato do que comprar no site brasileiro.

Eu fui nessa última opção pois tinha uns pontos Smiles vencendo, daí peguei o trecho Rio - Santiago com a Gol e Emirates. Já o trecho Santiago - Ilha de Páscoa eu comprei no site LATAM chileno por menos da metade do preço do site brasileiro e ainda assim não foi barato. 😰

Pra concluir a compra no site da LATAM Chile, é preciso selecionar a opção de pagamento com cartão de crédito à vista. Por mais que o site permita selecionar a opção de parcelamento, na hora de concluir a compra ele dá uma mensagem de "cartão recusado". Eu sei que dói pagar uma fortuna dessas à vista mas não tem muito pra onde correr.

Para saber como foi o voo até a Ilha de Páscoa, escrevi um outro post - Como é voar com a LATAM Chile para a Ilha de Páscoa.

Para entrar na ilha, a partir de 01/08/2018, é necessário preencher o Formulário Único de Ingresso (FUI) fornecido pela LATAM no guichê de checkin e depois carimbar o mesmo na PDI (Policia de Investigaciones). No momento do embarque, há um policial conferindo todos os formulários. Pode ser que esse processo melhore com o tempo, porque quando fui estava bem confuso.

Os turistas tem autorização para permanecer até 30 dias na ilha e pode ser solicitada a comprovação de reserva de hotel e passagem de retorno. 

Melhor época para visitar a Ilha de Páscoa


A Ilha de Páscoa tem um clima ameno e é um destino que pode ser visitado o ano todo, até porque não é exatamente um destino de praia.
A época mais seca vai de outubro a fevereiro e chove mais entre os meses março e agosto. De qualquer forma, a ilha tem um clima meio chatinho e muda rápido com bastante frequência. O vento forte também é uma constante na ilha.

A alta temporada vai de dezembro até a Semana Santa, quando a ilha fica mais movimentada e os preços em geral são mais elevados. Nas duas primeiras semanas de fevereiro há um festival tradicional, o Tapati, e a ilha costuma encher bastante. Já a baixa temporada começa depois da Semana Santa e vai até novembro e é aquela época boa para encontrar preços mais convidativos.

Eu fui em agosto, em pleno inverno e a temperatura estava muito agradável, sempre em torno de 21°. Peguei apenas um dia meio nublado e chuvoso, nos outros dias fez sol direto. O problema maior foi o vento, que estava sempre forte e todo dia mudava de direção, atingindo um lado diferente da ilha. No dia que o vento deu uma trégua, deu até pra pegar uma prainha com aquele solzinho gostoso de inverno. Adorei!

Como se locomover na Ilha de Páscoa


A Ilha de Páscoa é relativamente pequena, tem apenas 180 km², mas para se locomover é preciso estar motorizado.

Mapa da Ilha de Páscoa
Há várias locadoras no centrinho de Hanga Roa, onde é possível alugar carros, motos e quadriciclos. As duas maiores locadoras são a Oceanic e a Insular. No entanto, achei que não vale a pena reservar com antecedência (pelo menos na baixa temporada) porque pelo site o modelo mais em conta saía por CLP 50.000. Lá na hora, consegui o mesmo carro na Oceanic por CLP 35.000 e acredite, toda portinha lá tem uma placa de "rent a car", a oferta é muito grande.

Quem não dirige pode fazer os passeios com agências de turismo local. As mais atuantes na ilha são a Mahinatour e a Kia Koe Tour.

Quem tem (muita) disposição pode fazer os passeios de bike, que também são facilmente alugadas. No entanto, a ilha não é plana, então é preciso ter um bom preparo para encarar as subidas e as longas distâncias.

As condições das estradas na ilha são boas e quase em 90% do tempo se anda em estrada de asfalto. A atenção aqui vai para os buracos, que em alguns trechos são muitos, e para os animais que ficam soltos em toda a ilha.

Cena muito comum em toda a Ilha de Páscoa
Pra mim a melhor opção para conhecer a ilha é estar de carro alugado. Assim é possível ter mais mobilidade e fazer todos os passeios no seu tempo, de acordo com a sua vontade. Eu fiquei com o carro alugado por três dias e foi a melhor coisa que fiz! Em todos os dias dei uma volta na ilha e aproveitei pra ver as atrações em horários e incidências de luz totalmente diferentes. Cada visita, ainda que repetida, foi uma grata surpresa.

Meu companheiro de viagem!
Sobre consumo de combustível, rodei bastante e gastei apenas meio tanque. Na ilha há apenas um posto de gasolina, que fica no centrinho de Hanga Roa. O litro da gasolina estava custando CLP 886 e pra completar o tanque eu gastei CLP 15.500.

Onde se hospedar na Ilha de Páscoa


Na minha opinião, a melhor localização para hospedagem é no centrinho de Hanga Roa, onde fica localizada a maioria dos hotéis, restaurantes, lojinhas e tudo mais. Além disso, o aeroporto fica muito próximo do centrinho também, dá até pra ir andando (o chato são as malas). Mas quase todos os hotéis da ilha oferecem transfer gratuito.

Como eu ia passar o dia passeando, o hotel poderia ser simples, desde que bem localizado e limpinho. Então, depois de um pouco de pesquisa e leitura de avaliações, escolhi o Inaki Uhi que superou as minhas expectativas.

A equipe é maravilhosa, todos foram super atenciosos e estavam sempre dispostos a ajudar em tudo que fosse necessário. A proprietária, a Sra Inês, foi me buscar no aeroporto e ainda deu uma voltinha comigo na rua principal para me mostrar os pontos principais. Muito fofo, não?

A localização do hotel é perfeita, bem na rua principal e mesmo assim, super silencioso.

O quarto que fiquei era bem espaçoso, super limpo e sempre cheiroso. O chuveiro era muito bom e o banheiro também estava sempre limpinho. No quarto há um pequeno frigobar e o hotel dispõe ainda de quatro cozinhas. Cada uma é compartilhada entre três quartos e são super bem equipadas.

A internet não é das melhores, mas isso é uma característica geral da ilha. Outra coisa que amei no hotel é que tinha um filtro com galão de água mineral à disposição dos hóspedes, então era super de boa encher a garrafinha ali e não morrer numa grana no supermercado.

Os únicos pontos, não diria negativos, mas sim duvidosos, é que não há TV e ar condicionado nos quartos. Pra mim não fez falta mas pode ser que incomode outras pessoas.

https://www.booking.com/searchresults.en.html?city=-884006&aid=1256661&no_rooms=1&group_adults=1

O que fazer na Ilha de Páscoa


Uma coisa é certa: quem vai para a Ilha de Páscoa quer ver moais! As estátuas gigantes e misteriosas estão espalhadas por toda a ilha e somam 887 ao todo. Porém muitas delas não foram restauradas e estão no mesmo estado que foram encontradas: danificadas e derrubadas no chão. Alguns outros monumentos foram recuperados e emocionam pela sua beleza e grandiosidade.

Mas nem só de moais vive a ilha, a ilha possui ainda duas praias e incontáveis piscinas naturais.

Pra poder postar muitas fotos e trazer bastante informação, eu escrevi um outro post - O que fazer na Ilha de Páscoa. Por enquanto, seguem algumas fotos pra dar uma ideia das maravilhas rapanui.

Ahu Tongariki
O impressionante vulcão Rano Raraku e a fábrica de moais
A lindinha praia de Anakena
Uma das incríveis piscinas naturais da ilha

Alimentação na Ilha de Páscoa


Há muita opção de restaurantes em Hanga Roa. Do mais simples até os mais descolados, todos são sempre caros. Pra ter uma ideia, o preço médio de um prato para uma pessoa era CLP 12.000 (no câmbio de hoje R$75). No dia que topei almoçar num restaurante de frente pro mar, só não tive um mini infarto na hora da conta porque o ceviche que pedi era uma porção bem servida de peixe acompanhada de arroz, salada e batata frita (o que valia por uma refeição completa), e também porque a vista compensava muito.  

Por isso é muito comum os hotéis disponibilizarem as cozinhas para utilização dos hóspedes, pois muitas pessoas optam por cozinhar por conta própria.

Os mercados na ilha são em geral bem pequenos e possuem pouca variedade. Há um mercado "maior", próximo do aeroporto, que tem um pouco mais de opções e preços melhores.

O curioso de lá é que em nenhum mercado tem etiqueta com preço nos produtos, então é meio chato porque ou você pergunta o preço de tudo ou espera a surpresa no caixa. Outro detalhe, os mercados não utilizam sacolas plásticas então é preciso levar uma própria ou utilizar as caixas de papelão disponibilizadas por eles.

Um dos itens que me surpreendeu foi a água mineral. Comprei uma garrafa de um litro por CLP 2000 (na cotação de hoje, R$12,00). É muito comum também as pessoas trazerem itens em geral do continente. Recomendo em especial, levar uns petiscos, pra comer durante os passeios porque além de não ter variedade nos mercados de lá, como tudo mais, é caro.

Compras na Ilha de Páscoa


A rua principal de Hanga Roa é cheia de lojinhas. Aqui o carro-chefe são os souvenirs como as miniaturas de moais, ímãs, camisetas e roupas com estampa florida. O que eu gostei é que os vendedores das lojas são muito tranquilos, você entra olha tudo com calma e eles ficam de boas, sem pressão de vender nada.

Na rua de cima, paralela à principal, ao lado da igreja, tem um Mercado de Artesanato com muitas tendinhas. No geral, todo mundo vende a mesma coisa mas os valores tem bastante variação. Vale a pena dar uma pesquisada e um pechinchada pra conseguir bons preços.

Sobre as miniaturas de moais, fique atento pois eles vendem dois tipos. Um é feito de pedra vulcânica, são mais caros e talhados à mão, por isso nem sempre são "bonitinhos". O outro é feito de um material que eles chamam de molde ou mescla, que é uma mistura de cimento, argamassa e sei lá mais o quê. Esse é bem mais barato e como são feitos por moldes, ficam com a aparência mais bonitinha (porém sempre iguais). Qual levar vai depender do gosto de cada um, só estou avisando pra que você não leve gato por lebre.

A única loja que encontrei coisas super originais e muito bonitas foi no aeroporto, chamada Riva Riva que não cheguei a reparar se tem no centro da cidade também. Mas fica dica, lá você vai encontrar souvenirs super originais como cerâmicas coloridas e necessaires com uma representação animada dos moais muito fofa.

É bom saber também que por lá o comércio fecha à noite e no domingo fecha cedo.

Acesso à internet na Ilha de Páscoa


Ainda que estivesse de férias, precisaria trabalhar um pouco, respondendo alguns emails no fim do dia. Por ser uma ilha remota, o acesso à internet não é dos melhores. Mas confesso que como fui esperando o pior, até me surpreendi e com certeza tive uma experiência muito melhor do que outras ilhas que visitei que nem eram tão isoladas como Noronha, por exemplo que foi o maior perrengue nesse quesito.

Quase todo hotel oferece wifi mas geralmente a conexão é fraquinha. No centrinho de Hanga Roa há alguns cybercafés com conexão mais estável. A operadora de telefonia que funciona lá é a Entel. Eu comprei um chip em Santiago e super salvou: falei bem no zap, li meus emails e até postei umas fotos no Insta. Porém quando eu ia passar o dia do outro lado da ilha, não havia qualquer sinal.

Há também um projeto do governo chileno que oferece wifi gratuito, o ChileGob. Há três pontos de acesso em Hanga Roa: na Praça Tekena (na rua principal), no centro Cultural Tongariki (em frente à Playa Pea) e na Praça Riro Kainga (em frente à Prefeitura). Eu testei e achei o acesso bom, na medida do possível, já que tinha várias outras pessoas acessando ao mesmo tempo. 

Então, se você tiver a mesma necessidade que eu, de estar conectado mesmo nas férias, pode ir sem medo de ser feliz: tem internet pra quebrar o galho.

Dicas Gerais


Um site local muito bom, com informações práticas e atuais é o Imagina Isla de Pascua.

A diferença de horário para o Brasil é de três horas a menos.

A Ilha de Páscoa é um lugar muito seguro. O índice de violência de lá é quase zero, no entanto é recomendado em qualquer lugar do mundo cuidar de seus objetos de valor. De noite, às ruas internas podem ser um pouco escuras, mas não há qualquer perigo, só o de tropeçar mesmo. 😆

No geral, os estabelecimentos aceitam cartões de crédito. A dificuldade maior é o sinal da maquininha. 

Prefira fazer câmbio no continente onde as cotações são bem melhores. Enquanto em Santiago o dólar estava CLP 645, na ilha eu vi por CLP 580. Leve apenas dólar, euro ou peso chileno. O real só é aceito em Santiago.

A ilha possui dois bancos: um Santander e um Banco de Chile onde pessoal costuma sacar dinheiro.

Tem uma farmácia grande na rua principal chamada Cruz Verde. Porém recomendo levar uma farmácia de viagem, com medicamentos de uso pessoal e de uso geral também.

Outros dois itens fundamentais pra levar: filtro solar e casaco quebra-vento.

Há muitos cachorros soltos na ilha. Eles são grandões, mansos e é normal adotarem os turistas, principalmente se tiver comida na jogada.

Olha a folga desses dois aí..
Não deixe de passar no Correio em Hanga Roa para carimbar seu passaporte com o "visto" da ilha.

O meu saiu meio errado, mas tá valendo!
Achei curioso que a galera local ouve muito reggae. Adorei! 😎

A voltagem no Chile é de 220v e as tomadas de lá tem um padrão diferente do nosso:

Aquelas nossas tomadas antigas de dois pinos encaixam nesse padrão
Duas palavras do dialeto rapanui que são muito utilizadas: Iorana, que tem um significado similar ao Aloha no Hawaii e Maururu, que quer dizer obrigado.

**Data da viagem: agosto/2018


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