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O que fazer na Ilha de Páscoa (Rapa Nui)

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Sem dúvida, um lugar único no mundo!
No post principal - Dicas de viagem para a Ilha de Páscoa - eu prometi contar em detalhes as atrações desse destino incrível que é a Ilha de Páscoa. Então segura que lá vem informação! 😆

Sendo bem honesta, quem topa uma viagem para a Ilha de Páscoa é claro está interessado na maior atração da ilha, que são os moais - as gigantes e misteriosas estátuas de pedra feitas pelo povo rapanui.

Mas nem só de moai vive a Ilha de Páscoa. Ao chegar na ilha me encantei com o clima de lá, super sossegado. A cidade principal, Hanga Roa, é super simpática e tem um clima todo especial com sua orla charmosa e pequenos restaurantes e lanchonetes super bacaninhas. Sem falar de outras atrações que a ilha possui e que vou contar tudinho por aqui. 

Então prepare-se para conhecer um destino incrível!

Para curtir mais fotos dessa viagem, basta clicar aqui ou procurar no Instagram #reviajarapanui

Informações importantes


Pra começar a se situar nas atrações da Ilha de Páscoa, é preciso saber o significado de algumas palavras rapanui:

Ahu - cerimonial, plataforma de moais
Ana - caverna
Rano - vulcão
Hanga - baía

Dito isto, fica mais fácil entender o mapa que é entregue na chegada no aeroporto, que diga-se por sinal é ótimo e super auxilia durante a viagem. Lembre sempre de levá-lo na mochila.

Tudo bem sinalizado
Para visitar a maioria das atrações da ilha é preciso apresentar o ingresso do Parque Nacional Rapa Nui. Ele pode ser comprado ainda no aeroporto e o valor é de CLP 54.000 para estrangeiros. Eu sei, o valor é salgado mas não tem como fugir dele pois quase todas as atrações são vigiadas por funcionários do parque que pedem o ingresso, carimbam o local que foi visitado e ainda é preciso preencher um livro de visitas com dados básicos de nome, país, idade etc.

Não tem como fugir
O meu ficou sem espaço!
Se por um acaso você deixar de comprar o ingresso no aeroporto, não se preocupe, na rua principal de Hanga Roa há um outro posto de venda. Mas eu recomendo comprar já no aeroporto mesmo enquanto você espera as malas chegarem na esteira, pra ganhar tempo e já se livrar dessa missão.

Para explorar a ilha a melhor opção é alugar um carro (ou moto, quadriciclo, seja lá qual for a sua vibe). É muito tranquilo e seguro de dirigir pela ilha. Eu aluguei carro durante três dias e todo dia eu dei uma volta na ilha. Afirmo com toda a certeza do mundo que foi a melhor coisa que fiz: conheci tudo no meu tempo e do meu jeito.

A contratação de guia na minha opinião é opcional. Seria mesmo só pra ter alguém contando em detalhes a história de cada atração, porque pra se localizar é muito fácil. Tudo está sinalizado no mapa.

Recomendo sempre sair munido do kit sobrevivência: uns comes e bebes pra passar o dia. No interior da ilha não tem nada e se bater aquela fominha não será preciso abortar um programa pra sair à procura de algum lugar pra comer (que provavelmente não encontrará e terá que voltar à Hanga Roa).

Plataforma de Moais (Ahu)


Os ahus são os cerimoniais da cultura rapanui. Além de servir como base para os moais, os ahus também serviam de câmara crematória, onde os restos mortais do líderes das aldeias eram sepultados, além de outras cerimônias praticadas pelas tribos locais.

Hoje grande parte dos ahus ainda não foi restaurada e permanece como foram encontrados, destruídos e tomados pelo mato. Mas aqueles que foram reconstruídos, mostram a grandeza da cultura rapanui.

Ahu Tahai


O Ahu Tahai é provavelmente um dos primeiros ahus que você verá na Ilha de Páscoa, pois ele fica bem próximo do centrinho de Hanga Roa. Na verdade Tahai é um complexo formado por três ahus diferentes: Tahai (quatro moais danificados), Vai Ure (só um moai) e Ko Te Riku (o único moai com olhos).

Ahu Tahai
Vai Ure e Ko Te Riku - o único moai com olhos
O mais legal de Tahai é que aqui é o melhor lugar pra ver o pôr do sol da ilha. E por ser bem próximo do centro, o local fica bem movimentado no fim do dia. É programa obrigatório para quem visita a Ilha de Páscoa: vão os turistas, os locais e até os cachorros, que dão um show à parte com a bagunça que eles fazem. 😄

Os visuais incríveis do fim de tarde no Ahu Tahai

Vá todos os dias! 
Não precisa apresentar o ingresso do parque para entrar no Ahu Tahai.

Ahu Tongariki


O Ahu Tongariki é uma das obras mais perfeitas do reino Rapa Nui. Sua plataforma é composta por quinze moais e cada um deles tem tamanhos e formatos diferentes. Acredita-se que a intenção era ser o mais fiel possível às características pessoais de cada líder ali representado.

É impossível não se emocionar com sua grandeza!
Porém esse ahu tem uma história sofrida. Durante as guerras locais, ele foi totalmente derrubado e em 1960 um tsunami arrastou as pedras para o interior da ilha. Só na década de 1990 ele começou a ser restaurado, num projeto que levou cinco anos para ser concluído.

O Ahu Tongariki é famoso por ser um dos melhores pontos para ver o nascer do sol - esses programas de nascer do sol sempre me dão preguiça 😴. Mas o legal aqui é que a missão não é tão complicada pois como a Ilha de Páscoa fica a três horas a menos que o nosso horário, não é preciso fazer aquele sacrifício de acordar de madrugada! Por exemplo, quando estive lá, o sol nascia às 8h (tarde né?) que pro meu fuso, era na verdade 11h da manhã! Foi super de boa acordar "cedo" pra ver o sol nascer" 

As primeiras luzes do dia são incríveis!
E é um programa muito legal mesmo, porque quando você chega lá, tá tudo escuro e não dá pra ter a dimensão de tamanho das estátuas. Daí, quando a luz do sol começa a surgir e você se dá conta do tamanho do monumento, é muito emocionante!

Entre 21 de dezembro e 21 de março, mais especificamente durante o verão, o sol nasce exatamente atrás dos moais. Deve ser a coisa mais linda de se ver! Mas mesmo que você não vá nessa época, não deixe de ir a Tongariki pois vai ser lindo de qualquer jeito. E outro conselho que eu te dou, vá em horários diferentes pois a incidência da luz muda e fica tão interessante quanto de manhã cedo (por isso que é bom estar de carro alugado). 

Os quinze senhores alinhados
Tongariki fica no extremo da costa leste da ilha, a 20km do centro de Hanga Roa. Para chegar lá, só de carro e a "viagem" leva uns 30 a 40 minutos. O legal é que a estrada vai margeando o litoral e as vistas são de impressionar qualquer um!

Para entrar na área delimitada do ahu é preciso apresentar e carimbar o ingresso do parque. E nem adianta chegar lá super cedo pois o funcionário do parque só abre na hora certa. Confira o horário durante a sua estadia pois isso varia durante o ano conforme a hora em que o sol nasce. Em agosto, como o sol nascia às 8h, o parque só abria às 7:30h. 

Ahu Akivi


O Ahu Akivi é um dos mais interessantes de toda a Ilha de Páscoa. É formado por sete moais idênticos e dois detalhes chamam a atenção: é o único que fica no interior da ilha e não na costa como os demais ahus e seus moais são direcionados para o mar e não para o interior da ilha como todos os outros são. Mais um dos muitos mistérios da ilha!

Reza a lenda local que o rei Hotu Matu'a um dia sonhou com uma ilha distante e mandou alguns de seus homens navegarem pelo Oceano Pacífico em busca da tal ilha. Ao encontrar a ilha sonhada pelo rei, sete homens ficaram na ilha à sua espera enquanto os outros voltaram pra contar a novidade. Esse ahu então teria sido erguido em homenagem a esses sete homens. Lenda ou não, jamais saberemos! Cientificamente o que se sabe é que as estátuas possuem absoluta precisão astronômica em relação ao pôr do sol durante o equinócio de primavera e do nascer do sol durante o equinócio de outono. Cara, esses rapanui eram mesmo incríveis, não?

Ué, não eram apenas sete moais? 🙈
O Ahu Akivi fica a 6km de Hanga Roa. A estrada até lé é cheia de buracos e com muitos animais na pista pois passa por várias fazendas. Na entrada é preciso apresentar e carimbar o ingresso do parque.


Vulcões (Rano)


Rano Kau


O Rano Kau fica localizado bem próximo de Hanga Roa e é um vulcão extinto com 324m de altura! Só a subida até o topo já valeria o programa pois existem vários mirantes com vistas incríveis da ilha.

Chegando no topo, pode-se observar o lago que se formou dentro da cratera, que é uma das poucas fontes de água doce da ilha. 

O tamanho da cratera do vulcão impressiona!
Caminhando um pouco mais à frente do mirante, chega-se à vila de Orongo, que era uma importante vila da cultura rapanui. Lá era celebrada a cerimônia Tangata manu (o homem-pássaro), que na verdade era uma competição para escolher o governante da ilha.

Vila de Orongo
Cada aldeia escolhia o seu representante, que geralmente era o homem mais forte da tribo. E daí, no dia da competição, eles tinham que descer o penhasco do Rano Kau, nadar até a ilha Motu Nui, encontrar um ovo de andorinha-do-mar e depois fazer o percurso de volta, trazendo o ovo intacto! Ufa! Quem conseguisse vencer o desafio primeiro governava a ilha por um ano. 

Motu Nui
A cerimônia foi realizada até o final do século 19, quando os rapanuis acabaram sendo convertidos ao catolicismo, graças à colonização européia. Mas até hoje é possível encontrar diversos vestígios e evidências arqueólogicas sobre a história do local.

A entrada na vila de Orongo conta com uma sede do parque com diversas fotos e murais contando a história do local. Aqui além de ser preciso apresentar o ingresso do parque, é permitida a entrada uma única vez. Depois que carimbou o ingresso, aproveite ao máximo pois o retorno não é permitido.

Rano Raraku


O Rano Raraku é outro vulcão importantíssimo na cultura rapanui. É aqui onde eram "fabricados" os moais. E o mais curioso é que o vulcão fica na costa leste da ilha, a 20km de Hanga Roa e até hoje não se sabe ao certo como os rapanuis transportavam os moais, que pesam toneladas por todo o resto da ilha. 

Pra você ter uma ideia da complexidade desse transporte, na década de 1990 quando iniciou-se os trabalhos de restauração dos ahus e moais, foi preciso o uso de um guindaste especial, doado por uma empresa japonesa, pois esse era o único modelo na época capaz de erguer as estátuas. Muito louco tudo isso!

É sem dúvida um lugar especial e incrível demais! Aqui é possível caminhar por inúmeros moais que foram esculpidos mas ainda não haviam sido transportados. O visual é surreal!

A fantástica fábrica de moais
Aproveite para observar cada moai em seu detalhe. Tem moais com feições completamente diferentes, moai talhado com o corpo inteiro e com mais de vinte metros e até um sentado de joelhos. Sem dúvida, um lugar único no mundo!

O moai sisudo de nariz fino!

Acredita-se que seja a representação de um líder religioso

Para entrar em Rano Raraku é preciso apresentar o ingresso do parque. Além disso aqui também vale a regra da entrada única: depois que carimbou o ingresso, não é permitido retornar. Por isso a minha dica é ir em um dia de sol num horário com boa incidência de luz.

Aqui me deu curiosidade de perguntar o porquê dessa restrição de entrada e a funcionária do parque (que aliás, são sempre muito atenciosos e gentis) me explicou que essa é uma forma de reduzir o impacto da visitação turística nos locais mais sagrados para eles. Legal, não?

Puna Pau


Puna Pau é um vulcãozinho menor mas não menos importante na cultura rapanui. A pedreira desse vulcão é formada por rochas avermelhadas e aqui eram produzidos os pukaos dos moais. Apesar do pukao parecer um chapéu, na verdade ele é a representação do penteado que os guerreiros rapanui usavam, que era uma espécie de coque no alto da cabeça.

Vários pukaos pelo caminho
Caminhando pelas trilhas do vulcão é possível avistar várias pukaos que seriam utilizados nos moais. Não é assim uma super atração, mas vale a visita, até pela vista bacana que se tem do alto do vulcão.

Para entrar é preciso apresentar e carimbar o ingresso do parque.

Praias


Agora vamos falar daquilo que eu mais gosto: de praias! A Ilha de Páscoa não é exatamente um destino procurado por amantes de praia, mas uma vez estando lá, logo eu que sou um exemplar fanático dessa tribo, não poderia deixar de comparecer né? 😂

Na sua mala de viagem, não deixe de levar roupa de banho pois quando as condições são favoráveis, dá pra curtir praião na Ilha de Páscoa. A problemática aqui fica por conta do vento que cada dia sopra numa direção diferente e quando bate de frente, incomoda bastante.

Anakena


Anakena foi no passado uma importante tribo local. Reza a lenda que o rei Hotu Matu'a (aquele que contei acima do sonho com a ilha) desembarcou nessa praia e aqui montou a sua morada. 

Hoje é a praia principal da Ilha de Páscoa e possui do lado esquerdo uma boa estrutura com um quiosque de praia bem bacana e inúmeras mesas de pic-nic, além de um super gramado com coqueiral pra quem não gosta do contato com a areia e quer uma sombra pra relaxar em frente ao mar.

A praia é extensa e possui água super clara, porém geladinha. No primeiro dia que visitei Anakena, o vento batia de frente e não dava pra ficar na praia. Voltei no dia seguinte e com o vento soprando em outra direção, curti uma praia de inverno maravilhosa, com aquele sol gostoso que não esquenta muito. Adorei!

A lindinha praia de Anakena
Aqui existem dois ahus: o Ature, com um moai solitário e o Nao-Nao, com sete moais, quatro deles inteiros e com pukao.

Ahu Nao-Nao
Moço, tem um falcãozinho na sua cabeça
Para entrar em Anakena, não é preciso apresentar o ingresso do parque.

Ovahe


Ovahe é a outra praia de areia da ilha e fica bem próxima de Anakena. Para visitá-la é preciso ficar atento ao vento e a maré, pois a faixa de areia some na maré alta.

Prainha super fofa
Dizem que Ovahe é um excelente ponto de snorkel na ilha. Eu sou medrosa de água fria e não encarei o desafio mas vi várias pessoas se divertindo. Portanto se você for mais corajoso que eu, aproveite!

Mar super claro
A entrada em Ovahe é liberada e também não precisa do ingresso do parque.

Playa Pea


No centro de Hanga Roa não tem praia pois a costa é muito rochosa, mas pensando no bem estar local, foi construída uma espécie de piscina-praia para os locais, a Playa Pea.

Com a colocação de algumas pedras e areia em lugares estratégicos esse é o ponto oficial de mergulho perto do centrinho. 

Playa Pea e um morador local 

Piscinas Naturais


Um dos pontos altos da visita à Ilha de Páscoa pra mim foram as piscinas naturais. Na verdade, eu não li em lugar nenhum sobre a existência delas, mas deduzi que elas deveriam existir até pela formação rochosa da ilha.

E lá fui eu, dar uma de desbravadora curiosa e em um dos dias das minhas incursões pelo lado leste da ilha, eu passei a dirigir mais devagar e reparar com calma nos detalhes do costão rochoso. De repente, avistei um lugar em potencial e pimba! Acertei na mosca! Achei um lugar com várias piscininhas lindas! Daí pra frente eu virei a Felícia da piscinas e encontrei várias, uma mais incrível que a outra.

Achar as piscinas naturais não é missão fácil, mas também não é tão difícil. Não há sinalização então tem que ir no feeling mesmo. A primeira que eu achei até tem uma referência boa, fica do lado do moai One Makihi. 

É preciso procurar um local como esse
É preciso também ficar muito atento com o horário da maré, prefira ir no horário em que ela esteja abaixando, que é mais seguro. Se o mar tiver batendo muito forte, tome muito cuidado com aquelas "lavadas" que as ondas dão. Não se arrisque se a situação não estiver favorável, os locais são muito remotos e geralmente não tem ninguém pra pedir ajuda em caso de algum perrengue.

Uma piscina dessas bicho!

E essa, com direito à cascata?!
Evite sair na busca aos domingos pois nesse dia os locais aproveitam pra reunir a família e fazer churrasco em volta das piscinas naturais. E eles, claro, conhecem todas elas. O bom é que pude observar onde eles pararam e no dia seguinte voltei já com uma ideia de onde tinha potencial pra ser uma boa piscina. A garota aqui é esperta rapá! kkk! 😂

Dicas Gerais


Existem diversos outros ahus espalhados pela ilha, afinal são 887 moais! Mas muito deles não foram restaurados e ainda estão no chão, alguns até bem danificados. Por isso, não listei todos aqui (senão o post também ia ficar gigante). A boa é sair dirigindo e ir parando nos lugares indicados pelo mapa do parque.

Muitos estão desse jeito
Próximo do Ahu Tahai, fica o Museu Rapa Nui. Uma boa pedida para se aprofundar um pouco mais na cultura local.

 O centrinho de Hanga Roa é uma delícia. A cidade é simples mas super fofa. Uma boa pedida é ir caminhando pela orla no fim de tarde até o Ahu Tahai.

À noite não deixe de observar o céu da ilha - apenas fantástico! Aliás, a noite da Ilha de Páscoa é devagar quase parando! Mas quem quiser dar uma esticada há algumas casas de shows de dança polinésia.

Uma dica que a dona da pousada me deu é assistir a missa na igreja católica realizada aos domingos e com cânticos na língua Rapa Nui. Segundo ela é lindíssimo.

Não deixe de curtir os visuais da ilha. Cada vistão de tirar o fôlego! Tire um dia para chegar ao outro lado da ilha pelo interior (e não pela estrada da costa). A vista da estrada descendo até o mar é tão linda quanto a estrada litorânea (não vou postar foto para não estragar a surpresa!).

Outra atração que não entrei em detalhes aqui foram as cavernas (ana). Eu cheguei a visitar duas delas: a Ana Kai Tangata (que é fechada para visitação - só dá pra ver de longe) e a Ana Kakenga, que estava com muita lama. Daí não achei graça em nenhuma delas.

Outros programas disponíveis na ilha: mergulho com cilindro (dizem que é um lugar super top para a prática desse esporte), aluguel de caiaque em Anakena, passeio de barco para a ilha Motu Nui (aquela da cerimônia do homem-pássaro), passeios à cavalo, surfe, trilhas, bike.. Cara, tem coisa pra caramba pra fazer na Ilha de Páscoa!

Recomendo a visita ao site Imagina Isla de Pascua que possui muita informação atual e o contato de várias agências que podem te auxiliar nos passeios que citei acima.

E por último, muito cuidado em se postar na frente das atrações pra tirar a sua foto. Lembre-se que pode ter mais um monte de gente atrás querendo fazer uma boa foto também! Em vários momentos eu vi gente sem noção atrapalhar a foto de várias outras. Todo mundo tem o mesmo direito de sair de lá com boas fotos e recordações! 😉

**Data da viagem: agosto/2018

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