18/06/2014

Como é voar na American Airlines


"Horrible Airlines"

Mais uma história com companhias aéreas aqui no blog. Desta vez vamos falar da American Airlines.

Voei com esta companhia na minha viagem para Califórnia/Vegas. Ida pra Los Angeles via Miami e volta de Vegas via Dallas.

O primeiro percalço veio quando descobri que tinha comprado a volta com data errada. Quando tentei efetuar a alteração dei de cara na porta: US$300 por passageiro mais diferença tarifária, ou seja, praticamente inviável a troca e acabei deixando a situação como estava.

O voo para Miami foi uma pobreza só. Avião velho e o único entretenimento era através de televisões de  14" de tubo que ficavam ao longo do avião. O fone até que era de graça e o áudio em inglês. Alguns comissários falavam português e o serviço de bordo, na parte prática, foi razoável.

No quesito alimentação, o jantar foi servido logo após a decolagem e estava bom. Já o café da manhã foi tenebroso. A aeromoça pegava os pães com a mão e jogava na sua mesa. O pão servido tinha um filete de queijo (sem exagero nenhum). A pobreza era tanta que não deu nem pra colocar uma fatia inteira.. Aff..

No voo interno Miami - Los Angeles, que estava previsto inicialmente para 8:30, foi remarcado para 9:30. Entrei no avião e o voo só decolou só às 11:30h! Foram duas horas sentada no avião à toa, sem nenhuma explicação convincente sobre o atraso. Eles nem se quer ofereceram um copo d'água para os passageiros. Um absurdo! Quando enfim o voo decolou, todo e qualquer serviço era pago. O fone custava $5 e a comida, que era horrível, também era paga. Esse é o  famigerado menu.

Na volta, em Vegas, o check-in é feito pelo próprio passageiro. Numa máquina, digitei o código de reserva, confirmei os nomes dos passageiros e quantidade de bagagem. Porém não consegui finalizar o serviço sozinha pois havia uma restrição para brasileiros que dependia da liberação de um funcionário da AA, que estava próximo e foi super solícito. Após essa liberação, imprimi os adesivos de  bagagem e cartões de embarque. Daí entreguei as malas no guichê que ficava bem na frente às máquinas de check-in e estava pronta para o embarque!

Chegando em Dallas, mais um atraso no voo. Segundo o piloto não havia gate disponível. Foram uns 20 minutos dentro do avião, o que pode parecer pouco, mas numa conexão apertada isso faz muita diferença. Como a saída dos EUA é bem simples, até que mais esse atraso da AA não causou nenhum transtorno.

No embarque para o Brasil em Dallas, o que eu achei bacana é que haviam funcionários brasileiros e isso facilitava bastante a comunicação. 

O avião da volta era tão velho quanto o da ida. O serviço de bordo do voo de volta foi a mesma pobreza do voo da ida. Pelo menos desta vez os comissários eram muito mais simpáticos. O jantar servido estava na média e o café da manhã bem mais ou menos, mas um pouco melhor que o da ida.

Voaria de novo??

Sinceramente, não sei.. acho que só se o preço for muito bom ou se não tiver outra opção mesmo. Achei o serviço oferecido pela AA muito fraco.

Presenciei uma passagem engraçada no aeroporto de Los Angeles. No ônibus que fazia o transfer entre a Hertz e o aeroporto, o motorista falou alto o nome das cias aéreas dos clientes pra confirmar o trajeto. Ele não falou o nome da AA, daí ele perguntou se haveria mais alguma companhia e o pessoal do fundão gritou: American! Ele não escutou e perguntou "what?" e aí alguém gritou "Horrible Airlines!" Quer dizer, até os próprios americanos fazem piada com a American.




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